Primazia da Arte Portuguesa e Novas Estreias: Capturando o Brasil
O espaço como ferramenta de futuro pelo traço de Burle Marx, expoente do modernismo brasileiro, e uma forte aposta na arte portuguesa e em jovens estreias marcam a programação do MAC/CCB para 2026.
O que se diz nem sempre se escreve. Neste caso, sim. Palavra de curadora. Palavra de Nuria Enguita, diretora artística do MAC/CCB. E o que diz a sua “palavra”? Em 2026, os artistas portugueses terão um papel preponderante na programação. Ângela Ferreira, Francisca Carvalho e José Pedro Croft. Três referências das artes plásticas nacionais são os cabeças de cartaz de três das nove exposições previstas.
“José Pedro Croft. Reflexos, enclaves, desvios” (30 de abril) é uma proposta que apresenta um percurso retrospetivo através de esculturas, desenhos e gravuras.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 28 de novembro.





