Não quero André Ventura como Presidente da República
As declarações feitas nesta manhã durante uma ação de campanha no Fundão pelo ex-presidente da Iniciativa Liberal (IL) estão em questão. Mais tarde, Cotrim de Figueiredo refutou uma acusação de assédio sexual que está enfrentando: “Absolutamente falso”.
“Disse que apoiaria André Ventura? Não disse. Fui pouco claro, assumo. Gosto sempre de responder às perguntas dos jornalistas. O que afirmei é que não me comprometia a apoiar nenhum candidato na segunda volta. É óbvio que não quero André Ventura como Presidente da República. Acredito que nós estaremos na segunda volta. A nossa campanha otimista representa a esperança por um futuro melhor para a democracia portuguesa. Seguimos juntos rumo à segunda volta!”, escreveu João Cotrim de Figueiredo em uma publicação nas redes sociais da sua candidatura presidencial.
As declarações feitas durante a manhã de hoje, em uma ação de campanha no Fundão, pelo ex-presidente da Iniciativa Liberal (IL), estão no centro da discussão. “Não excluo qualquer candidato. O André Ventura dos últimos quatro dias eu ainda não conheci. Isso quer dizer que pode ter moderado seu discurso e parece um político diferente. Teria que fazer essa reflexão”, afirmou Cotrim Figueiredo, conforme citado pela Rádio Renascença.
O que eu disse é que não me comprometia com o apoio a nenhum candidato na segunda volta. É óbvio que não quero André Ventura como Presidente da… pic.twitter.com/fbACNJpZAd
— João Cotrim Figueiredo (@jcf_liberal) January 12, 2026
Cotrim nega acusação de assédio sexual: “Absolutamente falso”
O ex-dirigente da IL se pronunciou hoje sobre as recentes acusações de assédio que enfrenta, rejeitando categoricamente as alegações feitas por uma antiga assessora.
“É uma acusação falsa e irei até o fim para descobrir de onde veio esta mentira. Estou com a consciência absolutamente tranquila”, declarou aos jornalistas.
“Há política, há política suja e depois há isto, que é absolutamente inadmissível. Não compreendo como em Portugal ainda há pessoas que acham que conseguem fazer política desta maneira”, disse Cotrim aos meios de comunicação presentes na ação de campanha. Ele acrescentou que o caso “será decidido em tribunal”.





