Frotas Eletrificadas Crescem em 2025, Mesmo com Renda Mais Elevada
O estudo realizado pela Ayvens revela que a adoção de veículos eletrificados pelas empresas está em ascensão, subindo de 13% em 2022 para 40% em 2025.
Os veículos elétricos continuam a se destacar no mercado. Segundo o estudo ‘Car Policy Benchmark 2025’ da Ayvens, a proporção de veículos de passageiros eletrificados triplicou entre 2022 e 2025, alcançando a marca de 40%.
No que diz respeito aos veículos de mercadorias, a evolução também é evidente, prevendo-se que cheguem a 10% até 2025.
Os critérios utilizados na escolha da frota variam de empresa para empresa; enquanto algumas consideram apenas o aluguel dos veículos, outras analisam o custo total de utilização (TCO).
Este último critério tem visto um crescimento significativo, passando a ser adotado por 83% das empresas entre 2022 e 2025. O estudo aponta que a adoção do TCO “é mais acentuada em frotas maiores, embora 80% das frotas menores já utilizem essa abordagem”.
Mas o que distingue os dois critérios? Enquanto as rendas se concentram exclusivamente nos valores de aluguel, o TCO inclui aluguel e impostos. A análise dos dados indica que, somente considerando as rendas, as empresas tendem a favorecer carros a diesel. Porém, ao levar em conta o TCO, os veículos elétricos se destacam, já que, apesar de suas rendas serem superiores, os custos adicionais são menores.
Apesar dessa vantagem dos veículos elétricos, as empresas ainda enfrentam dificuldades para estabelecer um teto de combustível para esses modelos, uma vez que os custos de carregamento variam entre a rede pública e a rede doméstica, sendo esta última mais simples para veículos a diesel.
Entretanto, isso não parece ser um obstáculo suficiente para desestimular as empresas a optarem por veículos elétricos, já que a eletrificação das frotas continua a mostrar um crescimento sólido. O índice de eletrificação subiu sete pontos percentuais, passando de 45% em 2022 para 52% em 2025.
O estudo indica que as empresas estão se preparando melhor para essa transição e têm uma maior consciência das oportunidades ligadas à mobilidade elétrica. O aspecto dos custos é a principal consideração entre as empresas.
Além disso, o estudo revela que a duração média dos contratos aumentou para 51 meses, o que ocorreu principalmente para que as empresas conseguissem obter opções de aluguel mais competitivas.





