Imported Article – 2026-03-17 05:30:12
“Foi um dia positivo (…) foi um dia positivo porque pareceu haver uma maior disposição para entendermos-nos”, afirmou Armindo Monteiro, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), após a reunião entre o Governo, a UGT e as quatro confederações empresariais, destacando que essa disposição foi manifestada por todos os participantes.
As confederações empresariais assinalaram, nesta segunda-feira, uma “maior disposição” para alcançar um consenso sobre as alterações à legislação laboral, enquanto a UGT notou “uma atitude diferente” por parte do Governo e dos patrões, ainda que existam “questões a resolver”.
“Foi um dia positivo (…) foi um dia positivo porque pareceu haver uma maior disposição para entendermos-nos”, disse Armindo Monteiro, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), ao deixar a reunião entre o Governo, a UGT e as quatro confederações empresariais, enfatizando que essa disposição foi comum a todos os presentes.
Recordando que esta foi “a reunião de número 50” no debate sobre as alterações à lei laboral, o líder da CIP mencionou que foi possível avançar “consideravelmente” em várias questões, citando o trabalho suplementar como exemplo.
Questionado se se referia a um possível aumento do limite de 200 para 300 horas anuais, Armindo Monteiro respondeu apenas que está em discussão uma “alteração do limite”, além de “uma melhoria da remuneração do trabalhador”, com o objetivo de “atender ao esforço” que a UGT pediu às confederações patronais.
Quanto à duração dos contratos a termo, Armindo Monteiro afirmou que ficou “definido” que devem ter “uma duração mínima de um ano”, enquanto a legislação atual estabelece seis meses, não havendo ainda consenso sobre a duração máxima. “O que estamos a tentar é garantir uma duração mínima de um ano, mas com um limite de dois anos e meio”, destacou.
O presidente da CIP expressou estar “mais otimista” do que estava “há algumas semanas”, mas reiterou que “até o acordo ser formalizado, não há acordo”.
O presidente da Confederação do Comércio e Serviços (CCP) também enfatizou que houve “um esforço” e foi possível avançar “consideravelmente no aprofundamento de alguns pontos”, embora não haja “consensos firmados sobre todos os assuntos”.
João Vieira Lopes acrescentou que, se a confederação conseguir “chegar a um acordo em uma grande maioria de pontos, incluindo os pontos fundamentais, será possível formalizar o acordo”.




